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Aspectos básicos de tomografia computadorizada e ressonância magnética



Essa técnica, que se baseia em raios-X, foi utilizada para aplicações clínicas ainda no início da década de 70, uma vez que torna possível examinar o encéfalo e, com maior clareza, os limites do sistema ventricular e as partes ósseas do crânio. O aparelho consiste em uma fonte de raios-X que é acionada ao mesmo tempo em que realiza um movimento circular ao redor da cabeça do paciente, emitindo um feixe de raios-X em forma de leque. No lado oposto a essa fonte, está localizada uma série de detectores que transformam a radiação em um sinal elétrico que é convertido em imagem digital. Dessa forma, as imagens correspondem a secções (""fatias"") do crânio. A intensidade (brilho) reflete a absorção dos raios-X e pode ser medida em uma escala (unidades Hounsfield).

Recentemente, com a evolução tecnológica, é possível adquirir imagens rapidamente através da técnica de varredura espiral (ou helicoidal). Essa inovação permite realizar o exame em aproximadamente três minutos (quando o presente artigo foi escrito). Torna possível também a angiografia por TC (angio-TC) e outros procedimentos que se beneficiem de dados volumétricos. Isto facilita o exame de pacientes agitados.

Apesar dos avanços, ainda é limitada a capacidade de diferenciar entre substância branca e cinzenta, notadamente na região do cerebelo e núcleos da base. A grande deficiência é vista nas doenças desmielinizantes ou em algumas lesões neoplásicas infiltrativas e em transtornos psiquiátricos. A única indicação para esse exame em psiquiatria é a pesquisa de diagnósticos diferenciais como neoplasias e processos inflamatórios, em situações em que o acesso à RM é limitado.

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-44462001000500002%094&script=sci_arttext

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Texto Original



This X-ray-based technique was used for clinical applications in the early 1970s as it makes it possible to examine the brain and, more clearly, the ventricular system boundaries and bony parts of the skull. The device consists of an X-ray source which is activated while performing a circular motion around the patient's head, emitting a fan-shaped X-ray beam. located a series of detectors that turn the radiation into an electrical signal that is converted to a digital image, so the images correspond to sections (""slices"") of the skull. The intensity (brightness) reflects the absorption of x-rays and can be measured on a scale (Hounsfield units).

Recently, as technology has evolved, it is possible to acquire images quickly through the spiral (or helical) scanning technique. This innovation allows you to take the exam in approximately three minutes (when this article was written). It also makes possible CT angiography (CT angiography) and other procedures that benefit from volumetric data. This facilitates the examination of agitated patients.

Despite advances, the ability to differentiate between white and gray matter is still limited, notably in the cerebellum region and basal nuclei. The major deficiency is seen in demyelinating diseases or some infiltrative neoplastic lesions and psychiatric disorders. The only indication for this examination in psychiatry is the search for differential diagnoses such as neoplasms and inflammatory processes in situations where access to MRI is limited.


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